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Quatro pesquisadores do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFRJ foram destaque na primeira edição do Prêmio FAPERJ de Ciência, Inovação e Reconhecimento – Destaques do Rio de Janeiro (2025). O resultado reafirma a excelência e a diversidade da produção científica desenvolvida no CCS, evidenciando seu impacto social, econômico e ambiental no Estado do Rio de Janeiro.
A premiação, promovida pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), inaugura uma nova fase de valorização da ciência fluminense, reconhecendo trajetórias acadêmicas consolidadas, iniciativas inovadoras e ações de divulgação científica.
Entre os premiados está a professora Mônica Gadelha, da Faculdade de Medicina, que conquistou o 3º lugar na categoria Pesquisador Destaque – Ciências da Vida, voltada a pesquisadores com contribuições científicas relevantes em suas áreas de atuação. No Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), o professor Roberto Lent obteve o 1º lugar na categoria Comunicação Científica, que reconhece iniciativas voltadas à disseminação do conhecimento e à aproximação entre ciência e sociedade.
O Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) também teve papel de destaque. O pesquisador Marlon Lemos conquistou o 1º lugar na categoria Jovem Pesquisador – Doutorado, reforçando o compromisso do CCS com a formação de novos talentos científicos. Ainda no IBCCF, o professor Wanderley de Souza foi agraciado com a Medalha de Mérito Científico Carlos Chagas Filho, distinção concedida a pesquisadores seniores com trajetória marcada pela excelência e contribuição duradoura à ciência brasileira.
A cerimônia de premiação será realizada no dia 11 de dezembro, reunindo pesquisadores e instituições que se destacam no fortalecimento da ciência, da inovação e da pesquisa no Estado do Rio de Janeiro.
Fonte: CCS UFRJ

É com grande satisfação que informo minha participação, como professora do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFRJ, no Neuroscience 20 (N20) Summit, evento paralelo ao G20, realizado em 21 de novembro de 2025, em Joanesburgo, África do Sul.
No N20, integrei o painel “Latin America Neurotech Initiative”, apresentando o tema “Epilepsy Educational Gap: improving diagnosis in resource-limited settings”. Durante a exposição, apresentei e discuti o Projeto de Extensão que coordeno na FM/UFRJ “Grupo de Estudos de Epilepsia e EEG UFRJ / República Democrática do Congo / Universidade de Oxford” desenvolvido no Instituto de Neurologia Deolindo Couto (UFRJ).
Acreditamos que, por meio desse projeto, a UFRJ contribui para o fortalecimento dos laços entre o Brasil e países africanos, ampliando o acesso ao conhecimento em regiões de média e baixa renda. Os participantes do painel atuaram como signatários da elaboração das “Recomendações de Consenso do Grupo de Neurociência (N20) aos Líderes e Sherpas do G20” e receberam a certificação “Global Leadership Award / Neuroscience 20”.
O N20 Summit, promovido pela Society for Brain Mapping and Therapeutics (SBMT), tem como objetivo apoiar iniciativas atuais e futuras nos países do G20, acelerando a implementação de soluções clínicas globais para doenças neurológicas, que afetam de forma significativa a vida das pessoas e a economia mundial.

A Faculdade de Medicina da UFRJ, por meio da Coordenação de Acessibilidade e Inclusão, promoverá um Evento Comemorativo no dia 2 de dezembro de 2025, em celebração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. As atividades acontecerão no Auditório Rodolpho Paulo Rocco (CCS) e reunirão docentes, estudantes, pesquisadores e profissionais para debates, oficinas e vivências voltadas à promoção da inclusão e acessibilidade.
A abertura está marcada para as 8h, seguida da conferência “Sistemas de Sinais Históricos, Culturais e Sociais e a Formação de Preconceitos”, ministrada pela Profa. Leticia Moreira Casotti (COPPEAD e CEC/UFRJ).
Às 9h, a Profa. Miryam Bonadiu Pelosi (FM/UFRJ) apresentará a conferência “Acessibilidade e Participação: Experiências da Terapia Ocupacional na UFRJ”, abordando práticas institucionais que promovem inclusão.
Após um breve intervalo, às 10h terá início a Mesa Redonda “Experiências da Diversidade e Inclusão na UFRJ”, com a participação dos professores Leonardo Rocchetto Coelho, Cherrine Kelce Pires, Uliana Pontes Vieira, além dos discentes Cássio Ferreira dos Santos e Luana Cruz Machado. O momento será seguido, às 11h, por uma discussão aberta com o público.
No período da tarde, às 13h, o Grupo RIA – Rede de Inclusão e Acessibilidade, por meio do fisioterapeuta João Marcos Nicolau, oferecerá uma Oficina de Vivências voltada à sensibilização e ao entendimento das diferentes dimensões da acessibilidade.
Às 14h, ocorrerá a Oficina de Dança “Corpo, Movimento e Aprendizagem”, mediada pela Profa. Cida Donato (EEFD/UFRJ) e pela psicomotricista Maria Bibiana (SME/RJ), com foco na inclusão de alunos atípicos em espaços formais e não formais de educação.
Às 15h, será exibido o filme de dança “Em Concretudes Primárias”, parte do Festival Funarte Acessibilidade, com a presença de pesquisadores e intérpretes da Pulsar Cia de Dança do Rio de Janeiro.
O encerramento está previsto para as 16h30, concluindo um dia dedicado à reflexão, aprendizagem e celebração do compromisso com a inclusão.
Mais informações podem ser encontradas no perfil: @somostodosminerva.
Para se inscrever e participar do evento, basta acessar AQUI.
O professor Mariano Zalis, do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIP), realiza hoje o lançamento do livro "Epigenética: A Nossa Herança Invisível". O evento contará com um bate-papo com o autor, mediado por Marcio Atalla.
Data: 26/11/2025
Horário: 19:00
Local: Livraria Travessa de Ipanema, localizada na Rua Visconde de Pirajá, 572
A obra aborda como a epigenética influencia processos biológicos essenciais e destaca sua relevância para profissionais que atuam na área de doenças infecciosas. Os conceitos apresentados contribuem para ampliar a compreensão sobre a resposta imune, a susceptibilidade a doenças e as interações entre hospedeiro e patógeno, temas diretamente relacionados a mecanismos epigenéticos.
Organizado pela Coordenação de Projetos Especiais do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e pelo Laboratório Multidisciplinar de Pesquisa em Epidemiologia e Saúde (Lampes) da Faculdade de Medicina da UFRJ, o evento +Saúde reuniu, nesta edição, diferentes setores e instituições em um circuito dedicado à promoção da saúde e ao fortalecimento do vínculo entre a UFRJ e a comunidade.
Com uma proposta claramente intersetorial, o +Saúde contou com a parceria da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS/RJ), da Clínica da Família Diniz Batista dos Santos e da Embaixada da Maré, ampliando o alcance das ações e aproximando o conhecimento acadêmico das necessidades reais da população.
Ao longo do circuito, montado no saguão de entrada do Bloco L, participantes tiveram acesso a uma série de atividades voltadas ao cuidado integral, entre elas:
• orientações de saúde bucal,
• acompanhamento nutricional,
• ações de combate ao tabagismo,
• espaços de escuta e bem-estar emocional,
• atendimento e orientação jurídica,
• além de outras práticas de prevenção, acolhimento e promoção de qualidade de vida.
Estudantes, servidores e trabalhadores terceirizados participaram ativamente, reforçando o papel da universidade como espaço de cuidado e construção coletiva.
Para Antônio Ledo, coordenador de Projetos Especiais do CCS e professor da FM, o circuito se articula diretamente aos estudos conduzidos pelo Lampes sobre o bem-estar estudantil. Segundo ele, o evento representa uma oportunidade concreta de transformar diagnósticos em intervenções práticas e eficazes dentro do ambiente universitário.
“Esse evento faz parte de uma iniciativa do projeto baseada nos resultados que já temos. Embora não estivesse previsto no início, aproveitamos a oportunidade e decidimos realizar — e está sendo um sucesso. A ideia é identificar tópicos recorrentes na saúde dos estudantes que podem ser trabalhados de maneira mais contundente. Um exemplo é a nutrição: temos observado percentuais significativos de sobrepeso e obesidade. A partir desses diagnósticos, buscamos as áreas específicas para construir estratégias, avaliando eficácia e efetividade. Ver o +Saúde ganhando força nos anima e mostra que estamos no caminho certo, unindo ciência e ações de intervenção”, destacou.
A professora Patrícia Risso, coordenadora do projeto e docente da Faculdade de Odontologia, também ressaltou o impacto da iniciativa na formação e no cotidiano acadêmico. Em conversa com estudantes envolvidos no projeto, ela enfatizou a importância da integração e da aproximação entre diferentes saberes da área da saúde.
“Queremos trazer reflexão e acolhimento. Nosso público-alvo são os estudantes, mas também atendemos servidores e terceirizados. Aqui somos da área da saúde, mas, no geral, não conversamos e não trabalhamos de forma interprofissional. Este evento busca justamente integrar e mostrar que estamos todos juntos”, afirmou.
Com ações que fortalecem o diálogo, o cuidado e a construção de práticas mais humanizadas, o +Saúde reafirma o compromisso da Faculdade de Medicina e do CCS/UFRJ com o bem-estar da comunidade acadêmica e com a promoção contínua da saúde no território.




Fonte: CCS UFRJ
Créditos das Fotos: Renato Mariz (CCS/UFRJ)